Depois da filha de 7 anos ser coagida por garotos querendo sexo oral, mãe toma atitude drástica

O que você faria se por acaso, sua filha de sete anos lhe contasse que garotos da escola têm intimidado e sugerido que ela pratique sexo oral neles? Esta mãe decidiu tomar uma atitude.
Foto: Marco Aurélio Prates / Reprodução - Internet
Foto: Marco Aurélio Prates / Reprodução – Internet
A rapper Bárbara Sweet já é conhecida no cenário do movimento Hip Hop de Belo Horizonte. Com suas rimas engajadas e agressivas, a MC é notoriamente respeitada por propagar sua ideologia feminista e a favor das lutas sociais. Agora Bárbara se destacou mais uma vez pela sua luta, mas fora dos duelos.
Depois de sua filha Cecília, de apenas 7 anos, ter lhe contado sobre o assédio que vinha sofrendo na escola, a mãe ainda tentou conversar com a coordenadora da escola. A coordenadora se reuniu com Bárbara, sua filha e duas colegas, mas a instrução que sua filha recebeu não agradou a rapper: “E deu de instrução [a coordenadora] que quando eles fizessem isso, elas saíssem do lugar onde estavam, lanchando sem incomodar ninguém, pra que eles as deixassem pra lá e “perdessem a graça”.
A MC ainda argumentou com a coordenadora a respeito de como as crianças assediadas deveriam agir, “eu pontuei que, elas abrirem mão da onde estavam, saírem do lugar caladas e quietas, era reforçar a atitude deles e agir como vítimas. Afinal, não eram elas as erradas. E o que o bully (opressor, valentão, zuador) quer é exatamente isso, vítimas”. A funcionária da escola alegou que não havia recursos para monitorar o recreio. Percebendo que nenhuma posição seria tomada pela direção, a mãe decidiu incentivar a filha a reagir de outra forma. Veja:

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