Lucicleide Silva diz por que não vota mais no Bernardo e faz nova denuncia


Assim como o coronelismo e o voto de cabresto, existem ainda nos dias de hoje como forma de exercer domínio e força política, uma cidade pequena como a Bernardo do Mearim por exemplo pode se tornar o ambiente perfeito para a velha pratica que insiste em existir "o chamado curral eleitoral".

O fenômeno do coronelismo ocorre com maior frequência em pequenas cidades do interior brasileiro onde a principal fonte de renda é a prefeitura. Ora, um local pouco desenvolvido, onde a economia gira em torno de uma prefeitura o grande “coronel” será o prefeito ou prefeita, que usa dessa força para se beneficiar. Mesmo que o uso da força e da coerção não exista, e sendo o voto secreto, mesmo assim as pessoas sentem-se amarradas e obrigadas a votar em determinado candidato. 

Aqui em Bernardo do Mearim por exemplo isso tem acontecido nos dias de hoje,

Quando alguém se dirige ao hospital e é tratado com descaso pelo simples fato de não ter votado na turma da prefeita logo se identifica um tipo de coerção, imposição ou abuso de poder, que são características do tal coronelismo.

O fato aconteceu com a cidadã bernardense Lucicleide Silva que relata em um vídeo algo revoltante que aconteceu com sua mãe:

"Tem umas abençoadinhas no hospital que, quando a pessoa que não votou pra prefeita chega, elas pisam! Um dia minha mãe foi la e, só botando gente na frente da minha mãe, eu liguei pra moça que fica la e falei! Ja passou 20, 50 na frente da minha mãe, se passar mais um eu quebro o pau" dissse ela

Assista o depoimento completo:






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