Empresário paranaense foi morto a tiros pela amante, no Maranhão



O corpo de Francisco Adelino Rete, que estava desaparecido há quatro meses, foi encontrado enterrado dentro de um terreno na zona rural de Riachão, no Maranhão. Conhecido como ‘Chico Paraná’, o paranaense era empresário de Balsa, que fica a 810 quilômetro da capital.
Empresário paranaense pediu ajuda financeira antes de morrer

De acordo com a Polícia Civil, o caso só foi esclarecido depois que um suspeito na participação do crime -que respondia em liberdade- colaborou com as investigações. Com a ajuda de uma retroescavadeira, o corpo do empresário foi encontrado no último sábado (19).

Chico Paraná desapareceu no dia 18 de junho, porém, a polícia só tomou conhecimento do caso depois de nove dias, quando a família percebeu que alguma coisa estava errada. O empresário entrou em contato, dias antes de desaparecer, pedindo ajuda financeira para um tratamento de saúde.

Francisco Adelino Rete vivia no Maranhão há 20 anos e era um empresário famoso na região de Balsa.
Empresário paranaense foi morto por marido de amante

As investigações apontaram que o empresário foi sequestrado pela ex-companheira, identificada como Daiane Almeida, e pelo companheiro dela, o mecânico Wanderson Ferreira de Almeida.

O crime foi planejado depois que o mecânico descobriu que a mulher ainda encontrava o empresário e mantinha relações. Para a polícia, quem planejou o crime foi a amante e ex-companheira de Chico Paraná.

Ela, o mecânico e um compadre -que ajudou a esclarecer o crime- armaram uma emboscada e levaram a vítima para uma chácara em Riachão. O trio montou um cativeiro e pediu para a família da vítima, que vive no Paraná, um milhão de reais pela libertação do Chico Paraná.

A vítima foi mantida 10 dias no cativeiro antes de ser morto a tiros. O compadre, que colaborou com a Justiça, foi preso dias depois do assassinato, após ter vendido o carro da vítima.

Ele confessou a participação no sequestro e afirmou que a ex-companheira que atirou em Chico Paraná e ajudou a enterrar o corpo. A mulher já está presa, porém, o mecânico permanece foragido da Justiça.

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