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Lago dos Rodrigues - Prefeito Edjacir Leite permite perseguição aos servidores

Perseguição Política ao Servidor Público - Abuso de Autoridade e Improbidade Administrativa - Lei 4.898/65.





O que os Servidores Públicos, bem como os Trabalhadores da Iniciativa Privada, têm em comum é uma história marcada por lutas frequentes em busca de melhores condições de trabalho e remuneração compatível com a atividade que desenvolvem. 

Todavia, na Administração Pública temos um agravante, quando o Gestor (via de regra é alienado ao serviço público) busca "ARTIFÍCIOS" para se impor, por Abuso de Poder, para defender o “PADRINHO” e/ou o PARTIDO POLÍTICO que o indicou para o Cargo Comissionado.

Nesses casos o servidor que “NÃO SE ALINHA”, que “NÃO COMPACTUA” com as ações desmedidas de politicagem do administrador público ou até por muito menos é sutilmente perseguido para que sirva de exemplo aos demais, com a intenção de a todos silenciar. Num sistema opressor estilo “manda quem pode e obedece quem tem juízo”.

A perseguição política, característica de gestores desqualificados e sem liderança, é uma das formas mais covardes de se manipular e pressionar os servidores, sendo a Remoção e Transferência um jeito velado de se perseguir. Casos como esses costumam aflorar quando as nossas opiniões desagradam os que estão no poder, podendo criar “embaraços” na relação entre o gestor e o padrinho que a ele conferiu o cargo comissionado.

O fato é que temos, na atual gestão do prefeito de LAGO dos RODRIGUES, Edjacir Leite  uma certa FAMIGERADA PESSOINHA ligada ao prefeito que não tem o fazer e gasta demasiada energia PERSEGUINDO, PUNINDO, GRITANDO, HUMILHANDO os seus "subordinados", ao invés de dedicar tempo e atenção para motivar, incentivar, qualificar cada vez mais o trabalhador, na perspectiva de sua valorização e auto-estima.

Valorizam as “picuinhas”; e o pior, se cercam de pessoas (Fofoqueiras de plantão) fingidas e interesseiras que estão a serviço da desgraça aleia . São os Amigos do Poder. Incorporaram o adágio popular que diz: “é melhor puxar saco do que puxar carroça”. Amam o poder e por isso valorizam quem o detém, mesmo que tenham que compactuar com injustiças e pecados. Como se diz no popular - o diploma nem sempre é sinal de sabedoria.

É interessante perceber que existem pessoas que se acham imbatíveis, super poderosas. Será que não param para refletir que tudo passa tudo sempre passará? Inclusive o poder que julga ter sobre os outros? A bem da verdade, a morte é a maior certeza da vida; então por que tantos vivem atropelando os outros, desprestigiando, ferindo, implicando?

Ninguém é superior num contexto em que fazemos parte de uma mesma espécie humana. Precisamos aprender mais sobre o respeito mútuo.

É impressionante como o poder e o dinheiro interferem no comportamento de certas pessoas, transformando-as em seres frios, sem sentimentos e emoção. Essas pessoas ficam como que “dependentes”, já não conseguem mais viver sem estar no poder e lutam a qualquer custo para manterem-se em qualquer cargo. São seres humanos (?) carrancudos, mal humorados. E por serem infelizes querem fazer com que os outros também o sejam: começam a perseguir, usam de autoritarismo, gritam, ironizam.

É preciso urgentemente derrotar a Ditadura Reinante (em pleno século XXI), e banir as perseguições covardes que ainda hoje são praticadas no serviço público.

Nesse sentido, a Lei 4.898/65, que trata do direito de representação e do processo de responsabilidade administrativa civil e penal contra as autoridades que, no exercício de suas funções, cometerem abusos, entende como fundamentais, dentre outros: a liberdade de consciência e de crença; a liberdade de associação; aos direitos e garantias legais assegurados ao exercício do voto; aos direitos e garantias legais assegurados ao exercício profissional.

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