Os maranhenses querem saber se Flávio Dino vai criar auxílio emergencial estadual

 Após divulgação nacional, na última sexta-feira, 12, de que o Governo do estado vizinho, Piauí, anunciou que vai pagar auxílio emergencial às famílias que vivem em situação de extrema pobreza, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), começou a ser pressionado por maranhenses e pela classe política do estado a fazer o mesmo.

O valor pago no Piauí será de R$ 200,00, por 6 meses.

Para quem não sabe, assim como o Maranhão, o Piauí é um dos estados brasileiros considerado como um dos mais pobres, porém, a política e a administração/gestão em um estado faz toda a diferença em um momento de crise.

Flávio Dino é aquele tipo de político semi-deus!
Já é até clichê dizer isso, mas ele tem um comportamento mimado e infantil nesses quase 8 anos de mandato, o que é algo inadmissível aos maranhenses.

Considerado perseguidor. Polêmico em rede social. Debochado. Grosseiro com quem pensa diferente dele. Desrespeitoso ao chefe máximo da Nação (não que eu morra de amores pelo Presidente. Não! Só penso que toda e qualquer autoridade merece respeito), faz questão de querer colocar todas as contas do estado nas costas do governo federal.
É como se ele não soubesse administrar a crise no seu “seio”.

De acordo com uma publicação, em rede social, feita por um Senador maranhense, o Maranhão teve arrecadação recorde de ICMS no valor de mais de 1 BILHÃO de reais e, mesmo, assim, o comunista não dá sinais de que vai fazer algo, com dinheiro do estado, para as famílias necessitadas nesse trágico momento de pandemia.

Um dos governantes que mais grita, que nem um pedinte, desde que a pandemia se instalou com força no estado, mas, incapaz, de ter uma iniciativa, ser proativo, para tentar amenizar os seus efeitos críticos, acentuando e maximizando, cada vez mais, a desigualdade social entre os maranhenses.

Contrário em apresentar alguma via e alternativa para geração de renda e para aliviar o bolso dos grupos mais vulneráveis, Dino segue, sem piedade, aumentando impostos sobre produtos e contribuindo para que as situações de famílias se agravem ainda mais.

Só um lembrete: foi com a falácia de redução e combate à pobreza que o comunista se elegeu e reelegeu no Maranhão.

Fonte: blgdamonicaalves

Últimas