Maranhense é assassinada em matagal no Distrito Federal; família pede ajuda para trasladar o corpo

Quem quiser ajudar a família com o valor do translado do corpo, pode encaminhar o dinheiro via PIX: (98) 991571722, que está em nome de Daniele Naile Santos Silva.



A maranhense Eliuda Velozo, de 35 anos, foi encontrada morta, no último sábado (22) em Brasília, no Distrito Federal. O corpo foi encontrado em uma área de matagal, em Santa Maria, apresentava sinais de violência na cabeça e estava seminu.

O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) foi acionado para socorrer a vítima, mas, ao chegar ao local, constatou que a mulher estava sem sinais vitais e com sinais de violência física. O corpo foi encontrado vestido com uma saia na altura da cintura e com a blusa levantada.

Uma testemunha do caso afirmou que os gritos da mulher foram escutados por moradores.

“Era por volta de 16h quando começaram os gritos de socorro. Ela pedia para ele (o agressor) não matá-la, pois tinha filhos para criar. Mas ele a xingava e a mandava calar a boca. Ficamos todos ligando para o 190”, detalhou.

O caso é investigado pela equipe da 33ª Delegacia de Polícia Civil, coordenado pela delegada Cláudia Alcântara. Ela disse que o corpo somente foi identificado após solicitar auxílio adversos para a polícia dos estados vizinhos em razão da vítima não ter registro civil na capital federal.

A delegada disse que já tinha a suspeita que a vítima poderia ser natural do Maranhão, mas, havia a necessidade da realização de uma prova material.

Tínhamos a suspeita de que ela seria maranhense e, ao confrontamos, deu positivo”, frisou Cláudia Alcântara.

Ainda segundo a delegada, os familiares da maranhense disseram que Eliuda teria saído da sua terra natal companhia de um homem, não identificado, para morar no Distrito Federal.

No momento, as investigações seguem para identificar e prender o principal suspeito desse crime.

Natural de Belágua

Eliuda é natural de Belágua (MA), município com pouco mais de 8 mil habitantes, e deixou quatro filhos. Há dois anos, ela deixou a terra natal e se mudou para o DF com um homem.

Na capital federal, o companheiro chegou a ser preso e ela se envolveu com outro rapaz, segundo as investigações conduzidas pela 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria). Segundo Wilame, irmão de Eliuda, a família tentou convencer convencê-la a retornar ao Maranhão por diversas vezes.

“Era uma mulher trabalhadeira, mas acabou se envolvendo com gente errada. De repente, vem um monstro desse e tira a vida de um ser humano. Tenho fé em Deus de nunca ver esse monstro”, desabafou.

Ajuda

Familiares pedem ajuda para transportar o corpo de Eliuda DF até a terra natal. O valor é de mais de R$ 11 mil.

“Não temos condições. Ela não tinha ninguém da família no DF. Era sozinha. Nossa mãe ajudava a gente, mas ela faleceu e nosso pai é deficiente”, destacou o irmão.

Quem quiser ajudar a família com o valor do translado do corpo, pode encaminhar o dinheiro via PIX: (98) 991571722, que está em nome de Daniele Naile Santos Silva. Para mais informações, os familiares disponibilizaram o número: 61 9866-9402. 

(Gilberto Lima)